Há 20 anos o hatch Fiat Brava chegava ao mercado nacional

Há 20 anos o hatch Fiat Brava chegava ao mercado nacional

Posted by: Flávia Gomes
Em: 07/10/2019

Com o slogan “Pecado é não ter um”, há 20 anos o hatch Fiat Brava chegava ao mercado nacional. Lançado em setembro de 1999, o carro contava com visual mais arredondado, além de exibir conjuntos óticos, com faróis estreitos e lanternas traseiras divididas em três partes.

Por dentro, modelo tinha painel com comandos de som e climatização incorporados, o que, segundo a marca, melhorava a ergonomia, garantindo mais conforto e ajudando até no prazer ao dirigir.

A versão de entrada SX trazia de série direção hidráulica, regulagem de altura do volante, ajuste elétrico dos faróis e limpador traseiro. A configuração de topo ELX ainda incluía ar-condicionado automático, vidros elétricos dianteiros, sistema de som com toca-fitas e imobilizador. Os principais opcionais eram os air bags frontais e laterais, faróis auxiliares, toca-CD, alarme e rodas de liga leve.

O modelo foi o primeiro Fiat brasileiro a ser vendido na internet. O veículo recebia o motor de 1,6 litro e 16 válvulas do Palio, que rendia 106 cv de potência e 15,1 kgfm de torque.

No ano seguinte, o hatch ganhava uma versão esportiva HGT, inaugurando essa sigla entre os Fiat no país. Um Brava mais “bravo”, com propulsor 1.8 de 132 cv e 16,7 kgfm. Outros diferenciais eram defletor traseiro, rodas de 15 polegadas e interior revestido de tecido especial. O Brava HGT ainda contava com suspensão recalibrada, mais firme, para melhor comportamento dinâmico.

Em 2001, era a vez de o Fiat Brava receber o motor 1.6 Corsa Lunga (“curso longo” em italiano), em referência ao curso maior dos pistões em relação ao motor anterior. O propulsor tinha mais 0,3 kgfm de torque e melhor distribuição da potência por todas as faixas de operação, mantendo os 106 cv. Com isso, ele pedia menos trocas de marcha e tornava mais agradável a dirigibilidade. Junto ao novo motor vinham rodas de aro 15” na versão ELX e opcionais como bancos de couro e teto solar na HGT.

O modelo foi comercializado em vários países ao redor do mundo. Até no Japão, onde foi rebatizado de Bravissima, porque já havia outro modelo com o nome Brava por lá. Totalizando 43 mil unidades, o Fiat Brava foi produzido no Polo Automotivo Fiat, em Betim (MG) até 2003. O Brava, na prática o hatch do Marea – um dos principais sedãs dos anos 2000 –, acabou abrindo caminho para o Stilo que, por sua vez, foi seguido do Bravo, que agora tem o espaço ocupado pelo Argo.