Dirigindo na chuva com segurança

Dirigindo na chuva com segurança

Posted by: Carolina Vilanova
Em: 03/03/2017

Todo verão é assim: calorão o dia inteiro e pancada de chuva a tarde. Além do perigo do alagamento nas vias, o cuidado ao dirigir passa a ser fundamental. Agua da chuva, que se mistura com sujeira e óleo transforma as ruas num rinque de patinação no gelo, mais sujeito a derrapagens.

E pra piorar a situação, a frenagem se torna mais difícil, afinal o veículo precisa de um mais espaço para parar do que em condições de pista seca. Na estrada, ainda existe o perigo da aquaplanagem.

Para ter mais segurança, segundo a Continental Pneus, a combinação entre as propriedades do composto de borracha e do desenho da banda de rodagem devem ser ideais, afinal, precisam trabalhar em conjunto para que o pneu permaneça em contato com o solo sem perder a aderência.

“Dirigir na chuva pode ser perigoso e demanda alguns cuidados especiais com os pneus. Além de ter a sua aderência posta em xeque, eles também se desgastam mais rapidamente sob essa condição. Por isso, a sua manutenção deve estar em dia”, alerta Rafael Astolfi, gerente de Assistência Técnica da Continental Pneus Mercosul.

Algumas orientações podem ser vitais para o motorista. Em primeiro lugar, reduza a velocidade, para que uma área maior da banda de rodagem fique em contato com a pista, aumentando assim a aderência e evitando derrapagens.

E sempre mantenha distância do veículo à frente do seu, tanto na estrada quanto nas ruas da cidade. Segundo especialistas, em pista molhada o motorista necessita de três vezes mais espaço para frear do que em solo seco. E fique de olho nos buracos, desvie deles.

Dirigindo na chuva com segurança
Dirigindo na chuva com segurança

Além disso, mantenha a calibragem da pressão, alinhamento e balanceamento das rodas em dia, garantindo dessa maneira que a área de contato entre o pneu e a pista seja a ideal, com o máximo possível de água sendo drenada.

E muita atenção ao estado dos pneus em relação a profundidade dos sulcos, que não pode ser menor do que mínima de 3 mm de profundidade, possibilitando a drenagem da água. Se a medida for além dessa, certamente o pneu perde o contato com o solo.

Em situações de muita água na pista, o veículo pode perder o contato com o solo, o que provoca a aquaplanagem. “Ao notar que o veículo começou a perder a aderência com o solo, em nenhuma circunstância freie ou faça qualquer movimento brusco com o volante. Aguarde que a perda gradativa de velocidade faça com que o veículo volte a ter contato com a pista e o controle seja retomado”, explica Rafael Astolfi.